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Política de Desenvolvimento de Coleções da CESE

 


 

Voluntário Marc Storms 29.03.2007

 

Introdução

A Coordenação da CESE decidou o 27 de novembro 2006 que a CESE precisa uma biblioteca interna de serviços. Esta biblioteca interna tem os seguintes objetivos prioritarios:

  • construir uma forte e produtiva ‘cultura institucional de informação’;
  • organizar e desenvolver uma (pequena) coleção real viva;
  • organizar e desenvolver uma coleção ‘virtual’.
O objetivo principal das coleções é ajudar o trabalho interno.

 

Depois esta desiçõe o voluntario Marc Storms fez uma auditoria da informação da CESE (dezembro 2006) por saber mais en detalhe quais serviços a biblioteca pode oferecer. Ele fez 18 propostas e perguntei os/as funcionarios/as da CESE a prioritar-lhes. A prioridade institutional numero 1 foi “Criar diretrizes sobre quais documentos físicos devem estar disponíveis na CESE e quais devem ser jogados fora ou doados.” No terminologia das bibliotecas este prioridade é chamado criar uma “Política de Desenvolvimento de Coleções”.

 

“A formalização de uma política possibilita que a coleção cresça de forma consistente, qualitativa e quantitativamente e, que estabeleça as diretrizes a serem seguidas no processo de aquisição de todos os materiais. A coleção deve ser selecionada e desenvolvida para atender os interesses e necessidades de seus usuários, facilitando sobremaneira o acesso, a recuperação e a disseminação da informação. Portanto, o êxito da coleção está diretamente ligado a uma política de seleção.”

Andréa Carvalho de Oliveira, a bibliotecaria da Koinonia

 

Uma biblioteca decentralizada

A CESE escole à não armazenar todos os documentos em uma lugar central, a biblioteca. Isto pelo dois motivos. Primeiro, a CESE não tem um bibliotecario que pode gerençar esta biblioteca. Secundo, o lugar melhor por um documento é o lugar ondé o documento está usado. Assim o documento está disponível ao funcionorio que precisa-le o mais rápido possível.

A idea adopta pela CESE é de construir uma dinamica, um fluxo de documentos. Quando chegam novos documentos, eles são catalogado imediatamente no sistema que é acessível para todo/as funcionários/as. A informação sobre o lugar que o documento é armazenado é adicionada ao catalogo. Após um determinado período de uso, o documento pode mover-se para um lugar central.

 

Critérios de seleção

Quanto à formação de acervo, o material deve ser rigorosamente selecionado, observando os seguintes critérios:

  • adequação do material aos objetivos da instituição;
  • qualidade do conteúdo;
  • demanda potencial;
  • atualidade da obra;
  • quantidade (excesso/escassez) de material sobre o assunto na coleção da biblioteca;
  • número de usuários potenciais que poderão utilizar o material;
  • condições físicas do material;
  • conveniência do formato e compatibilização com equipamentos existentes.
  • autoridade do autor e/ou editor;
  • reputação do publicador ou produtor;
  • preço acessível;
  • língua acessível.

 

Desbastamento

Desbastamento é o processo pelo qual se retiram do acervo ativo títulos e/ou partes de coleções, quer para remanejamento ou para descarte. Deve ser um processo contínuo e sistemático, para manter a qualidade da coleção.

 

O desbastamento da coleção deverá ser feito no máximo :

  • cada ano par os materiais que ficam nas salas dos/as funcionario/as;
  • cada cinco anos par os materiais que ficam na biblioteca central.

Os títulos ou documentos edito para a CESE ou com assunto (total ou partial) a CESE não são subjeto do desbastamento!

 

 

Remanejamento

É a armazenagem na biblioteca do material retirado das salas, com o objetivo de abrir nas salas espaços para materiais novos. Este material ficará organizado e à disposição da comunidade quando solicitado.

 

Descarte

É o processo mediante o qual o material, após ser avaliado, é retirado da biblioteca, seja para ser doado a outras instituições ou ainda eliminado do acervo, possibilitando a economia de espaço.

 

Critérios para se descartar material:

a) obras desatualizadas e que foram substituídas por edições mais recentes ou não consideradas obras de valor histórico desatualização. Entretanto, para aplicação deste critério, deve-se levar em consideração, principalmente, a área de conhecimento a que se refere a obra;

b) obras não utilizadas (consulta e/ou empréstimo) e consideradas desatualizadas;

c) obras em duplicidade e cuja demanda não é expressiva;

d) obras em condições físicas (sujas, infectadas, deterioradas ou rasgadas). Após análise do conteúdo e relevância da obra, esta deverá ser recuperada se for considerada de valor e não disponível no mercado para substituição. Havendo possibilidade de substituição com seu custo inferior a da recuperação do material, será feita a aquisição e o material descartado;

e) inadequação:

  • obras cujos conteúdos não interessam à instituição,
  • obras escritas em línguas pouco acessíveis.

Critérios para se descartar periódicos:

a) coleções não correntes que não apresentem demanda;

b) periódicos de divulgação geral e/ou de interesse temporário;

c) periódicos recebidos em duplicata.

 

O material descartado poderá ser doado, permutado ou eliminado.

 

Organização de desbastamento

Como organizar o trabalho de debastamento?

1. Cado/a funcionario/a é responsavel pelo remanejamento do material na sua sala. O remanejamento é feito uma vês pro ano de preferença no mês de XXXX.

2. As obras que ficam na biblioteca central são organizado pelo assunto. A cado assunto é ligado um/a assesor/a que é responsivel pelo trabalho de debastamento. Ele / ela organiza em três caixas os documentos que podem a) ficar na CESE; b) ser descartando e c) os duvidos.

3. Uma pessoa que encaminha e têm a responsabilidade final do debastamento. Ele / ela va resolver os duvidos. Ele / ela tem uma lista dos insituciões que podem ser contactado pelo doações do material descarte. Ele / ela organiza o descarte.

 

Fontes

Politica de desenvolvimento de coleçoes da Fundação Escola de Sociologia e Politica de São Paulo – Internet PDF

 

Politica de Seleção para biblioteca de KOINONIA. Elaborado por Andréa Carvalho de Oliveira, 2006

 

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